Prova digital · Guia rápido

Print serve
como prova?

Sozinho, não. Entenda por que o print é frágil no processo e conheça a alternativa aceita em todas as instâncias do judiciário brasileiro.

Por Verifact · Leitura de 4 min

I. O problema

O print sozinho é fácil de derrubar

No papel, parece prova. No processo, a parte contrária tem três caminhos simples para questionar.

01

É fácil de alterar

Qualquer print pode ser editado em segundos, e a parte contrária sabe disso. Basta alegar manipulação para colocar a prova em dúvida.

02

Não comprova de onde veio

O print não carrega os metadados técnicos que mostram a origem do conteúdo. Sem rastreabilidade, não dá para afirmar com segurança onde aquilo foi publicado.

03

Não comprova quando foi feito, nem que corresponde ao fato original

Sem carimbo de tempo e sem selo criptográfico, o print não gera anterioridade e não garante que o que foi documentado corresponde ao fato original. Tudo fica na palavra de quem apresentou.

“O print pode ser impugnado e desconsiderado, e a outra parte recupera o direito de questionar a prova.”

II. A solução

Como a Verifact transforma um conteúdo da internet em prova robusta

Quatro etapas. Sem instalar nada e sem sair do lugar.

  1. 1

    Etapa 1 · Acesso

    Sessão simplificada

    Você acessa a plataforma e abre uma sessão de registro. Sem instalar nada e sem sair do lugar.

  2. 2

    Etapa 2 · Coleta

    Registro em ambiente antifraude

    A Verifact isola o ambiente e registra o conteúdo como ele aparece na internet, impedindo manipulação durante a coleta. O ambiente é exclusivo e patenteado.

  3. 3

    Etapa 3 · Selagem

    Selo e anterioridade

    O material é selado com hash criptográfico e carimbo de tempo ICP-Brasil, que cria a anterioridade e impede alteração posterior.

  4. 4

    Etapa 4 · Entrega

    Relatório pronto para o processo

    Você recebe um relatório certificado em PDF, com vídeo da navegação e os metadados da coleta, pronto para juntar aos autos. Em minutos.

SHA-256 · ICP-Brasil · aderente à ISO 27037:2013 · cadeia de custódia · Lei 13.964/2019

III. Comparativo

Print x Verifact, lado a lado

Pode ser alterado depois de capturado

Print
Sim
Verifact
Não. Ambiente de registro antifraude patenteado.

Comprova a origem do conteúdo (metadados)

Print
Não
Verifact
Sim

Comprova a data e gera anterioridade

Print
Não
Verifact
Sim, com carimbo de tempo ICP-Brasil.

Garante que corresponde ao fato original

Print
Não
Verifact
Sim, com hash criptográfico e selo ICP-Brasil.

Permite contraditório e auditoria pela outra parte

Print
Não
Verifact
Sim, pelos metadados da coleta.

Aceito em todas as instâncias do judiciário

Print
Frágil, sujeito a impugnação.
Verifact
Sim

IV. Prova social

Tecnologia usada e atestada por instituições públicas

Ministério Público Federal, Ministérios Públicos estaduais, Polícias Civis e Tribunais. Usada por advogados, empresas e órgãos públicos em todo o Brasil.

jusbrasil.com.br/artigos/estudo-prova-digital

Estudo independente · Academia de Forense Digital

Estudo aponta que apenas uma ferramenta foi capaz de impedir fraude na coleta de provas digitais

Um estudo da Academia de Forense Digital (AFD) analisou ferramentas de coleta de provas digitais e concluiu que apenas uma demonstrou ser capaz de impedir fraude na coleta: a Verifact.

Reprodução de matérias publicadas sobre o estudo da AFD.

V. Preço

Uma prova robusta custa muito menos do que perder o processo

Uma ata notarial em cartório, no mesmo escopo de 50 capturas de tela, pode passar de R$14.000 e levar dias. A Verifact entrega em minutos.

Fonte do comparativo: Colégio Notarial de São Paulo.

Relatório Prova+

R$97por relatório emitido

Você paga só quando o relatório é emitido. Sem assinatura e sem mensalidade. Pagamento por PIX, boleto ou cartão.

  • Relatório certificado em PDF com até 50 imagens de tela
  • Vídeo da navegação com áudio, até 30 minutos
  • Até 50 MB de documentos anexados

Linha de entrada a partir de R$54*

VI. Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Print serve como prova?
Sozinho, dificilmente. Ele até pode ser apresentado, mas é frágil: a parte contrária pode alegar manipulação e pedir que seja desconsiderado, porque o print não comprova a origem, a data, nem que corresponde ao fato original. Por isso o recomendado é registrar o conteúdo com uma ferramenta que preserve a prova.
Como validar uma prova digital?
Registrando o conteúdo com isolamento do ambiente, hash criptográfico e carimbo de tempo ICP-Brasil, e gerando um relatório que permita auditoria e contraditório pela outra parte. É exatamente o que a Verifact faz, com coleta aderente à ISO 27037:2013 e atendimento às etapas de coleta e preservação da cadeia de custódia (Lei 13.964/2019).
Quanto custa?
O Relatório Prova+ custa R$97 por relatório emitido, sem assinatura, e você paga só quando emite. Linha de entrada a partir de R$54.
A prova da Verifact é aceita na justiça?
Sim. As provas geradas pela Verifact são aceitas em todas as instâncias do judiciário brasileiro, e a tecnologia é usada e atestada por instituições públicas.
Preciso instalar alguma coisa?
Não. Tudo é feito online, sem instalar programas e sem precisar se deslocar.

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